Gmail?trackid=sp-006

Usar o Gmail é uma coisa corriqueira para uma parte grande dos internautas, mas e quando a URL do provedor mostra “gmail?trackid=sp-006”? A resposta é que existe qualquer problema com o provedor? Na verdade, isso diz que o problema é com o dispositivo do internauta: no caso, o  Chrome dele está com um tipo de malware.

Mencionou-se o Chrome porque, de fato, é apenas nesse navegador que a contaminação com esse software malicioso acontece. É claro que os indivíduos que utilizam o Mozilla Firefox, por exemplo, podem tê-lo contaminado também, mas vai ser por outro software malicioso: esse é exclusivo para o ataque ao navegador do Google.

 

O gmail?trackid=sp-006 é perigoso para os e-mails?

Toda forma de malware é perigosa, mas os internautas não perderão o seu endereço de e-mail, por exemplo, ou verão as suas correspondências publicadas. Todavia, isso não significa que elas estarão privadas: esse software malicioso é como um buraco de fechadura para que os hackers vejam as coisas que o usuário faz.

Por isso, a senha do e-mail pode mesmo ser conhecida por esse hacker, bem como qualquer senha de cartão de crédito e outras coisas. É como se o gmail?trackid=sp-006 fosse um espião e repassasse para o hacker todas as ações do internauta. Além disso, os usuários que enviam anexos também vão contaminar o destinatário: quando a pessoa baixar o anexo ou apenas abri-lo, o seu dispositivo vai ser contaminado também.

gmail?trackid=sp-006

 

Para que o gmail?trackid=sp-006 seja excluído

Teoricamente, não é difícil para os internautas tirarem o gmail?trackid=sp-006 do seu navegador, mas a chance de ele ficar livre é maior quando o procedimento a seguir é feito logo. Abrindo o Google Chrome e olhando no canto direito, os usuários verão a sua configuração: clicando, uma das opções será “gerenciar mecanismos de busca” e clica-se nela.

Dentre os navegadores que o internauta tenha e que sejam mostrados na lista, ele tem de achar o Google Chrome e a URL que está lá: ela estará com o ?trackid=sp-006 e é esse trecho que o internauta precisa excluir, clicando em “done’ depois ou em salvar. Uma vez que esse malware está excluído, é melhor que se abra o antivírus e que uma varredura seja realizada: isso é importante para que o internauta tenha certeza de que não existem mais programas que estão com o malware.

Com o scaneamento sendo feito e as possíveis contaminações sendo mandadas para a quarentena, então é preciso ir de novo ao Google Chrome e abrir o Gmail: o ideal é que não se tenha mais o ?trackid=sp-006 na barra de navegação.

 

O que acontece se o internauta continua vendo o gmail?trackid=sp-006?

Ser o usuário ainda vir essa parte no seu navegador quer dizer que ele não foi excluído. Nesses casos, o que se entende é que o vírus está em mais áreas do que o internauta supunha e que um scaneamento não foi suficiente.

Se ele quiser, pode fazer o download de algum software mais especializado em malwares, sendo o Ccleaner uma das opções. Depois de ele ser utilizado, recomenda-se mais um scaneamento e ir mais uma vez ao Gmail para ver se a URL volta ao normal.

Se a contaminação ainda não for resolvida, o usuário vai ter de remover o Google Chrome, ou seja, vai ter de fazer a sua desinstalação. Um novo scaneamento com o antivírus vai ser realizado e aí sim é provável que o malware tenha sido retirado de fato. Não tendo sido, o que se recomenda é que se realize uma formatação, valendo recordar que isso tudo pode acontecer também com os dispositivos móveis.

 

Dicas para que o internauta não tenha o computador contaminado

Os sistemas operacionais costumam ter um antivírus padrão e também um firewall: ele tem o ícone de um muro de tijolos exatamente porque ele cria uma espécie de muro para que os softwares maliciosos fiquem de fora. Às vezes, o firewall pode “chocar-se” com algum programa e ser desativado, mas a ideia é ruim: é melhor somente alterar a configuração, mas nunca deixá-lo desativado. Se o internauta desejar, pode fazer o download de algum firewall adicional.

Sempre que algum disco removível for colocado no computador, até mesmo o USB do celular, é recomendado realizar um scaneamento antes de ele ser aberto. É só o internauta ir até o “Computador” e localizar os discos removíveis, usando o botão direito para clicar. Ele verá o “scanear” e o ícone do antivírus, clicando ali para começar uma varredura.

Fiscalizar se o site do banco está criptografado é preciso tanto para que o acesso a ele não seja visto pelos hackers quanto para que o navegador não fique com o ?trackid=sp-006. É importante que a parte “http” esteja em verde, da mesma forma que o cadeado cujo desenho também tem de estar no navegador e ser clicável.




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